Zika chega aos EUA por via aérea e terrestre

virus-de-Zika.jpgPor Ethevaldo Siqueira
29/04/2016 - Este mapa da Nasa mostra a avaliação dos riscos do Aedes aegypti, bem como sua abundância potencial para julho de 2016 e as médias mensais das chegadas de visitantes aos Estados Unidos por via aérea e terrestre oriundos de países sob responsabilidade da consultoria de viagens do Centro de Controle da Zika.

Os pontos vermelhos representam áreas com elevado potencial de incidência da doença, enquanto pontos amarelos representam áreas de incidência potencial baixa. Regiões sombreadas representam áreas de probabilidade máxima de presença Aedes aegypti. A Nasa colabora com as autoridades de saúde pública, cientistas e comunidades para melhor entender o vírus zika e limitar a propagação da doença que provoca.

Crédito: UCAR

Saiba mais aqui.

Comentário (0) Hits: 262

Sucessor do Hubble tem espelho dourado

james-webb.jpgPor Ethevaldo Siqueira
03/05/2016- Está nascendo o Telescópio Espacial James Webb que irá suceder ao Hubble depois de 2018. Esta foto mostra o espelho de 6,5 metros de diâmetro, já coberto de uma camada microscopicamente fina de ouro, preparado para refletir a luz infravermelha, que é o principal comprimento de onda da luz em que irá operar o James Webb.

O espelho – formado por dezenas de segmentos hexagonais – foi fabricado com berílio, elemento químico que reúne duas qualidades essenciais ao telescópio: resistência e leveza. Nos próximos meses, os engenheiros desse centro vão instalar outros elementos-chave do James Webb, e realizar as tarefas complementares para que o telescópio esteja pronto para ser lançado ao espaço em 2018, por um foguete Ariane 5, a partir da Base Espacial da Guiana, em Kouru.

O espelho totalmente montado é maior do que qualquer foguete, de modo que os dois lados dela podem dobrar. Atrás de cada espelho há vários motores que permitirão aos astrônomos focalizá-los adequadamente em cada objeto cósmico.
O Telescópio Espacial James Webb é o sucessor científico do Telescópio Espacial Hubble da Nasa. Ele deverá ser localizado numa órbita muito especial, num ponto em que se equilibram as forças de gravidade entre o Sol, a Lua e a Terra, a uma distância de 1,5 milhão de quilômetros de nosso planeta.

A essa distância, o James Webb permitirá observações astronômicas sem interferência da atmosfera terrestre e fotos com melhor qualidade que as do Hubble. É, de longe, o mais poderoso telescópio espacial já construído, com a missão de estudar muitas fases da história de nosso Universo, incluindo a formação de sistemas solares capazes de suportar a vida em planetas semelhantes à Terra, bem como a evolução do nosso próprio sistema solar.

O telescópio James Webb é um projeto internacional liderado pela Nasa, com apoio de seus parceiros, a ESA (Agência Espacial Europeia) e a Agência Espacial Canadense.

Crédito: Nasa/Chris Gunn

Saiba mais:

Comentário (0) Hits: 346

A beleza de Júpiter divulgadas pela Nasa em TV 4K

jupiter-pia.jpgPor Ethevaldo Siqueira
29/04/2016 - As recentes imagens divulgadas pelo Telescópio Espacial Hubble da Nasa sobre Júpiter são espetaculares. Elas revelam detalhes desse planeta que nunca eram vistos. Mapas com imagens em Super Alta Definição ou Ultra HD 4K e globos animados com movimento de rotação são os primeiros documentos visuais resultantes de um novo programa para o estudo de planetas exteriores do Sistema Solar, um deles a cada ano, por intermédio do Hubble.

As imagens e as observações capturam ampla gama de aspectos, como ventos, nuvens, tempestades e a química da atmosfera. Estes estudos anuais ajudarão os cientistas atuais e futuros a ver como tais planetas gigantes mudam ao longo do tempo.

Acesse o vídeo aqui:

Comentário (0) Hits: 316

Vídeo da Nasa mostra a beleza da Terra

planeta_azul.jpgPor Ethevaldo Siqueira
29/04/2016 - "Vivemos num planeta maravilhoso" – diz Dan Barstow, responsável pelo programa "Estação Espacial ao Vivo: Janelas sobre a Terra", (Space Station Live: Windows on Earth), da Nasa. Neste link, você pode assistir a um dos mais belos vídeos que a agência espacial já produziu nessa série.

Para Barstow, os astronautas aprendem a ver a Terra como um sistema integrado, onde todas as peças funcionam juntas, em harmonia. A cada 92 minutos eles dão uma volta à Terra. Por isso, acabam por ter uma visão holística do planeta.

As imagens do vídeo anexo permitem que o grande público olhe através dessas "Janelas sobre a Terra" por alguns minutos, como se fosse um astronauta, e curtir cidades e paisagens encantadoras. O que, no passado, era privilégio exclusivo de astronautas que voavam por algumas horas ou poucos dias em torno de nosso planeta, está agora ao alcance de milhões de seres humanos.

Depois que a Estação Espacial Internacional foi lançada em 1998, passamos a descobrir nosso planeta todos os dias, por intermédio das melhores fotos e vídeos, ou mesmo de transmissões ao vivo de cenários espetaculares, com as imagens das câmeras de ultra alta definição (UHF) 4K.

Neste vídeo da Nasa você verá:

1. Diversos cenários dos grandes oceanos: Pacífico, Atlântico e Índico;

2. A assessora de comunicação Lori Meggs e Dan Barstow (o responsável pelas "Janelas sobre a Terra") exibe, explica e nos conduz, com a ajuda de aos lugares não apenas mais belos, mas nos sugerem como podemos proteger melhor a Terra.

3. Fotos incríveis dos mais diversos pontos do planeta. Tente reconhecê-los visualmente – como o Deserto do Sahara, o Rio Nilo, Pequim (Beijing) à noite, auroras boreais, golfos, regiões agrícolas, furacões, vulcões, ilhas, arquipélagos, sete segundos de uma visão do Central Park em Manhattan e mil coisas mais.

4. Dan Barstow explica que os astronautas usam softwares que ajudam a identificar locais. São ferramentas que lhes dão a certeza sobre a identidade de um rio, de uma cidade, de uma aldeia de esquimós, de cachoeiras como as de Iguaçu, Niágara ou Vitória.

5. Ao passar sobre Boston, os astronautas têm apenas 30 segundos para identificar a cidade e reconhecer suas principais características, seu litoral recortado e outros pormenores.

6. A Nasa já processou mais de 500.000 mil fotos enviadas por astronautas apenas para esse programa "Windows on Earth" da Estação Espacial. Para Dan Barstow, as mais incríveis são as que mostram as auroras polares, a chegada e partida de cargueiros espaciais, as Bahamas e outros locais encantadores.

Crédito: Nasa/JPL

Veja o vídeo aqui:

Comentário (0) Hits: 412

Hawking e Zuckerberg querem pesquisar o cosmos

pesquisa_star.jpgEuronews
26/04/2016 - O futuro da exploração interestelar pode assemelhar-se a um aparelho, mais pequeno do que um iPhone, que contém câmaras, propulsores de fotões, fontes de alimentação de navegação e equipamentos de comunicação.

Yuri Milner, um empresário multimilionário russo, anunciou um plano para entender melhor o cosmos, enviando milhares de minúsculas naves para o sistema solar vizinho, o Alpha Centauri, a mais de 4 anos-luz de distância (equivalente a 40 trilhões de quilômetros). Alimentadas pela energia de um laser enorme situado na Terra, as naves espaciais equipadas com velas solares atingem cerca de um quinto da velocidade da luz. Os veículos espaciais deverão demorar 20 anos a chegar. Vão recolher dados que depois enviam para a Terra.

O projeto "Breakthrough Starshot", com um custo de mais de 80 milhões de euros, é apoiado por pessoas como o físico Stephen Hawking e o dono do Facebook, Mark Zuckerberg.

"O projeto pretende provar o conceito de alta velocidade das nano naves e estabelecer as bases para uma eventual viagem a Alpha Centauri. O custo final deste empreendimento será equivalente a colaborações científicas internacionais, como por exemplo o CERN", afirma Yuri Milner.

O projeto pode demorar anos a ser desenvolvido mas baseia-se em tecnologia já disponível, como explica Hawking: "Os micro veículos, movidos a luz, são uma tecnologia pragmática hoje em dia. A fusão e a anti-matéria continuam no futuro longínquo".
Quando questionado sobre a probabilidade de encontrar inteligência extraterrestre nos próximos 20 anos, o físico responde: "A probabilidade é baixa. Provavelmente."

A equipe pretende enviar uma nave espacial convencional com milhares de nano naves para órbita e depois lançá-las uma a uma no espaço. Os cientistas esperam que os micro veículos voem a 20 por cento da velocidade da luz, mil vezes mais rápido que uma nave espacial convencional. O objetivo é encontrar um planeta com as características necessárias para haver vida. Até agora não foi descoberto nenhum no Alpha Centauri, mas os especialistas estão otimistas.

Comentário (0) Hits: 318

Foto mostra as misteriosas crateras de Plutão

crateras_plutao.jpgPor Ethevaldo Siqueira
26/04/2016 - Os cientistas não conseguem explicar por que esse campo de curiosas crateras mostrado na foto tem a aparência de um conjunto de halos luminosos espalhados por uma paisagem escura, em especial na região informalmente chamada de Vega Terra, em Plutão.

A região, localizada no extremo oeste do hemisfério, é vista nessa imagem da sonda New Horizons, da Nasa, durante uma das maiores aproximações, no verão passado. A imagem superior – em preto e branco – mostra dezenas de crateras do tipo "auréola". A maior cratera, no canto inferior direito , mede cerca de 50 quilômetros de diâmetro. Os bordos ou brilhantes das crateras se destacam de seus pisos escuros e do terreno circundante, criando o efeito-halo.

Na imagem inferior, dados de composição da imagem espectral captada pelo equipamento Ralph/Linear Etalon Array (LEISA), da sonda New Horizons, indicam uma ligação entre os halos e distribuição de gelo de metano brilhantes, mostrados na cor falsa como roxo.

Os pisos e terreno entre crateras mostram sinais de gelo de água, coloridos em azul. O grande mistério para os astrônomos é explicar por que o gelo de metano brilhante pousa sobre essas bordas das crateras e paredes. Outro aspecto intrigante, também, é explicar por que o mesmo efeito não ocorre em larga escala em Plutão.

Crédito: Nasa/JHUAPL/SwRI

Saiba mais:

Comentário (0) Hits: 308

newsletter buton