De repente um desses nos acerta: são 200 por ano

asteroides_estudo.jpg10/03/2014 - A NASA diz que cerca de 20 vezes por ano passa próximo da Terra – mas com segurança (safely) – um asteroide como esse que está passando daqui a alguns minutos (às 18h) desta quarta-feira, 5 de março, nas proximidades da Lua, a apenas 350 mil km da Terra. O asteroide é o 2014 DX110, com cerca de 30 metros de comprimento. Se caísse na Terra faria mais estrago do que o de Chelyabinsk, nas proximidades dos Montes Urais, na Rússia, e, 19-02-2013.

asteroides.jpgA NASA detecta e estuda esses asteroides. Mas, por enquanto, nada pode fazer para evitar um eventual choque catastrófico desses corpos celestes contra a Terra.

Gráfico: NASA

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Vírus gigante ficou congelado por 30.000 anos

virus2.jpg04/03/2014 – Um vírus gigante misterioso que permaneceu enterrado por 30.000 em terrenos permanentemente congelados (permafrost, em inglês), na Sibéria, foi ressuscitado por cientistas. Mas o vírus só infecta seres unicelulares e, aparentemente, não parece produzir nenhum efeito patogênico em seres humanos.

O único temor dos cientistas é que, com o aquecimento do clima, outros vírus, muito mais perigosos e patogênicos, possam ameaçar o ser humano, em especial nas regiões que permanecem intocadas na Sibéria. Isso pode ocorrer até com vírus da época do Homem de Neandertal ou outros vírus que permaneceram inativos durante milhares de anos.

A notícia é de hoje (04-03-2014) da NBC News. Link abaixo:

https://snt147.mail.live.com/default.aspx?id=64855#n=1855446251&fid=1&mid=3db28803-a39d-11e3-b4e0-002264c1830c&fv=1

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Semeando microssatélites no espaço cósmico

iss.jpg22/11/2013 -Divulgada nesta sexta-feira (22) pela NASA, esta "foto do dia" mostra o lançamento no espaço, a partir da Estação Espacial Internacional (ISS, de International Space Station), de três microssatélites (Cubesats), ocorrido na manhã do dia 19 de novembro, por meio do braço robótico do Kibo, laboratório conhecido pela sigla SSOD (Satellite Orbiter Deployer).

Na ISS, o astronauta japonês, Koichi Wakata, da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão, engenheiro de voo da Expedição 38, monitorou o Kibo ao lançar no espaço os satélites.

Os microssatélites pesam entre 10 e 100kg e operam em conjunto e podem formar verdadeiros enxames de muitas dezenas de pequenas espaçonaves, para realizar pesquisas científicas, meteorológicas, serviços especiais de telecomunicações e militares.

Crédito da Imagem: NASA

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ATV-4, maravilha da tecnologia espacial

tv_albert_einstein.jpgEthevaldo Siqueira
12/11/2013 -
Parece mágica: o veículo não tripulado é posto em órbita e voa até à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) e acopla-se a ela automaticamente. Esse veículo é o ATV (Automated Transfer Vehicle), projetado pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). Todo o abastecimento da ISS é feito por dois tipos de veículos: o ATV europeu, e outro, o HTVs (HII-Transfer Vehicle), japonês.

O mais o avançado é o ATV europeu, do qual há quatro versões que ganharam nomes de grandes personalidades: Júlio Verne, Johannes Kepler, Edoardo Amaldi (físico italiano) e Albert Einstein. É um veículos não tripulado, não reutilizável, projetado para fazer abastecimento automatizado da ISS, que levam água, alimento, roupas, ar, equipamentos de carga útil, material de experimentos científicos e combustível de propulsão para recolocar a estação espacial na sua altitude correta.

O quarto desses veículos, o ATV-4 (Albert Einstein), com um peso total de 20 toneladas, havia subido da Base de Kourou, na Guiana Francesa, no dia 5 de junho, no topo de um foguete Ariane 5, que bateu, assim, o recorde de tonelagem de lançamento. No interior do ATV-4, havia 7.480 kg e 1.400 itens para uso dos astronautas da ISS.

Lá em cima, o ATV-4 acoplou-se à ISS, sob a supervisão do astronauta italiano Luca Parmitano, encarregado do descarregamento de todo o material trazido pelo cargueiro. Durante o período de cinco meses que permaneceu junto à estação espacial, o ATV-4 acionou seus propulsores quatro vezes para recolocar a ISS na sua órbita correta, pois a estrutura de 400 toneladas tende a cair lentamente em direção à Terra.
A operação de descida do ATV-4 começou no dia 28 de outubro de 2013, às 8:55 (GMT, ou seja, hora do Meridiano de Greenwich, ou 4:55 hora de Brasília), quando o cargueiro desacoplou da ISS. Uma semana depois, quando o veículo alcançou a altitude de 100 km abaixo da ISS, começaram as manobras para sua reentrada segura na atmosfera terrestre.
Ao retornar à Terra, no dia 2 de novembro, o ATV trouxe todo o lixo recolhido da ISS. Ao entrar de volta na atmosfera terrestre, todo esse lixo foi queimado e consumido pelas altas temperaturas geradas pelo atrito com o ar à velocidade de mais de 20 mil km/hora. E os restos do ATV-4, o Albert Einstein, caíram numa região inabitada do Pacífico Sul. Encerrou-se, assim, sua missão de cinco meses na Estação Espacial.

O próximo cargueiro hi-tec europeu, o ATV-5, que tem o nome de Georges Lemaître, padre belga, físico criador da teoria do Big Bang.

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Buraco de ozônio encolheu em 2013

29/10/2013 - O buraco de ozônio que se forma cada ano na estratosfera, sobre a Antártica, encolheu um pouquinho em 2013 em relação às últimas décadas, segundo dados de satélites da NASA (foto).

Fenômeno sazonal que começa a formar-se durante a primavera na Antártica (por volta de agosto ou setembro), o buraco de ozônio alcançou 21 milhões de quilômetros quadrados, nos meses de setembro e outubro de 2013, o que significa uma leve redução de sua área – mas que ainda equivale a quase três vezes a área do Brasil. É bom lembrar que esse buraco chegou ao recorde de 24,9 milhões de km quadrados em 1992.

É uma novidade surpreendente, pois o buraco de ozônio sobre a Antártica só aumentava na estratosfera, nas últimas décadas e agora, em 2013, encolhe um pouquinho, segundo dados de satélites da NASA.

A NASA ainda não explicação sobre essa redução do tamanho do buraco de ozônio, mas admite que o mundo está reduzindo os fatores que causavam o a destruição da camada de ozônio que existe na estratosfera sobre a Antártica.
Como se sabe, a principal causa dessa destruição são os gases CFCs, ou clorofluorcarbono, que, felizmente, são cada dia menos utilizados em sistemas de refrigeração e nos aerossóis. Esses gases sobem até à estratosfera e se combinam quimicamente com o ozônio.

A camada de ozônio sobre a Terra funciona como uma espécie de "escudo protetor" para o planeta, pois absorve cerca de 98% da radiação ultravioleta de alta frequência emitida pelo Sol. Sem esta camada a vida humana em nosso planeta seria praticamente impossível de existir.
Vamos torcer para que a humanidade tenha mais cuidado com essa camada de ozônio, Milton.

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Amazonas 4A sobe ainda em 2013

foto_Ariane5.jpg29/10/2013 - Será lançado ainda este ano o satélite Amazonas 4A, da operadora espanhola Hispasat, para cobrir toda a América Latina, a Península Ibérica e o Norte da África, para prover ampla gama de serviços de TV e os mais diversos serviços de telecomunicações.

O satélite, fabricado pela Orbital Sciences Corp., pesa 6.200 kg e vai ser posicionado em 61 graus W, na órbita geoestacionária. Seu lançamento será feito pelo foguete Ariane 5, que já está sendo preparado para receber não apenas o Amazonas 4A, mas, também, o satélite Astra 5B, da operadora SES, baseada em Luxemburgo.


O Astra 5B, que pesa 5.800 kg, vai ser posicionado a 31,5 graus E, para prestar serviços de TV direct-to-home, direct-to-cable e para alimentar redes terrestres de televisão europeias, para operadora SES, baseada em Luxemburgo.


Na foto, o foguete Ariane 5 em fase de montagem no edifício do Spaceport de Kourou, na Guiana Francesa, para seu último lançamento de 2013, antes de receber os dois satélites passageiros, Amazonas 4A e Astra 5B. Será o lançamento de número 216 (Flight VA216), desde que a Arianespace iniciou suas operações em 1979.

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