Imagem das Ilhas Canárias é eleita a melhor foto do ano tirada pela Nasa

canarias-efe250.jpgEstadão
07/04/2014 - Os seguidores da Nasa na internet escolheram, pelo segundo ano consecutivo, uma imagem das Ilhas Canárias, na Espanha, como a foto do ano entre as milhares captadas por vários satélites. O Observatório da Terra da agência espacial americana divulgou nesta segunda-feira, 7, o resultado final do segundo torneio que organiza para que internautas de todo o planeta escolham sua imagem do ano.

Na fotografia ganhadora, captada pelo satélite Terra no dia 13 de junho de 2013, as sete ilhas do arquipélago canário, no Atlântico, parecem navegar sobre a água, deixando para trás um rastro no Oceano Atlântico. Na verdade, a foto mostra como os ventos predominantes no arquipélago, os alísios, batem ao norte das ilhas, as rodeiam e deixam ao sul uma zona de calma com pequenas ondas. Foto da erupção do vulcão Kliuchevskoi, na Rússia, ficou em segundo lugar


O concurso começou com 32 imagens pré-selecionadas pela Nasa. Chegaram à final a fotografia das Ilhas Canárias e a da erupção do vulcão Kliuchevskoi, na península de Kamchatka (Rússia). Entre as outras candidatas estavam uma imagem da quebra do mar de gelo no Alaska, captada pelo satélite Suomi NPP, e um mapa que reflete a contaminação causada nos oceanos pelo tráfico marítimo a partir das medições do satélite Aura.

No ano passado, os seguidores da Nasa também escolheram uma foto das Ilhas Canárias, tirada pelo satélite EO-1, da gigantesca mancha esverdeada causada por uma erupção submarina na ilha. A imagem deste ano foi tirada por Terra, um satélite de EUA, Canadá e Japão, lançado em 1999 pela Nasa para vigiar do espaço as mudanças que estão acontecendo no planeta.

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,imagem-das-ilhas-canarias-e-eleita-a-melhor-foto-do-ano-tirada-pela-nasa,1150478,0.htm

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Um foguete vai estudar a natureza da aurora boreal

aurora_boreal2.jpg17/03/2014 - Este foguete de sondagem foi lançado dia 03 pela NASA em direção à aurora boreal que brilhava sobre Venetie, no Alasca, como parte da missão GREECE (Ground-to-Rocket Electrodynamics – Electron Correlative Experiment), que é uma missão de sondagem por foguetes para estudar o formato de cabeleira das auroras boreais no céu noturno.

A missão GREECE busca entender a combinação de eventos que seria responsável pelo aparecimento dessas auroras com formato de cabeleiras. Embora seja uma informação de pouca relevância, ela poderá ajudar os cientistas a compreenderem não apenas a conexão Sol-Terra, como também a maneira pela qual a energia e as partículas solares interagem com o magnetismo terrestre, ou a magnetosfera.

Foto: NASA/Christopher Perry

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De repente um desses nos acerta: são 200 por ano

asteroides_estudo.jpg10/03/2014 - A NASA diz que cerca de 20 vezes por ano passa próximo da Terra – mas com segurança (safely) – um asteroide como esse que está passando daqui a alguns minutos (às 18h) desta quarta-feira, 5 de março, nas proximidades da Lua, a apenas 350 mil km da Terra. O asteroide é o 2014 DX110, com cerca de 30 metros de comprimento. Se caísse na Terra faria mais estrago do que o de Chelyabinsk, nas proximidades dos Montes Urais, na Rússia, e, 19-02-2013.

asteroides.jpgA NASA detecta e estuda esses asteroides. Mas, por enquanto, nada pode fazer para evitar um eventual choque catastrófico desses corpos celestes contra a Terra.

Gráfico: NASA

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Vírus gigante ficou congelado por 30.000 anos

virus2.jpg04/03/2014 – Um vírus gigante misterioso que permaneceu enterrado por 30.000 em terrenos permanentemente congelados (permafrost, em inglês), na Sibéria, foi ressuscitado por cientistas. Mas o vírus só infecta seres unicelulares e, aparentemente, não parece produzir nenhum efeito patogênico em seres humanos.

O único temor dos cientistas é que, com o aquecimento do clima, outros vírus, muito mais perigosos e patogênicos, possam ameaçar o ser humano, em especial nas regiões que permanecem intocadas na Sibéria. Isso pode ocorrer até com vírus da época do Homem de Neandertal ou outros vírus que permaneceram inativos durante milhares de anos.

A notícia é de hoje (04-03-2014) da NBC News. Link abaixo:

https://snt147.mail.live.com/default.aspx?id=64855#n=1855446251&fid=1&mid=3db28803-a39d-11e3-b4e0-002264c1830c&fv=1

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Semeando microssatélites no espaço cósmico

iss.jpg22/11/2013 -Divulgada nesta sexta-feira (22) pela NASA, esta "foto do dia" mostra o lançamento no espaço, a partir da Estação Espacial Internacional (ISS, de International Space Station), de três microssatélites (Cubesats), ocorrido na manhã do dia 19 de novembro, por meio do braço robótico do Kibo, laboratório conhecido pela sigla SSOD (Satellite Orbiter Deployer).

Na ISS, o astronauta japonês, Koichi Wakata, da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão, engenheiro de voo da Expedição 38, monitorou o Kibo ao lançar no espaço os satélites.

Os microssatélites pesam entre 10 e 100kg e operam em conjunto e podem formar verdadeiros enxames de muitas dezenas de pequenas espaçonaves, para realizar pesquisas científicas, meteorológicas, serviços especiais de telecomunicações e militares.

Crédito da Imagem: NASA

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ATV-4, maravilha da tecnologia espacial

tv_albert_einstein.jpgEthevaldo Siqueira
12/11/2013 -
Parece mágica: o veículo não tripulado é posto em órbita e voa até à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) e acopla-se a ela automaticamente. Esse veículo é o ATV (Automated Transfer Vehicle), projetado pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês). Todo o abastecimento da ISS é feito por dois tipos de veículos: o ATV europeu, e outro, o HTVs (HII-Transfer Vehicle), japonês.

O mais o avançado é o ATV europeu, do qual há quatro versões que ganharam nomes de grandes personalidades: Júlio Verne, Johannes Kepler, Edoardo Amaldi (físico italiano) e Albert Einstein. É um veículos não tripulado, não reutilizável, projetado para fazer abastecimento automatizado da ISS, que levam água, alimento, roupas, ar, equipamentos de carga útil, material de experimentos científicos e combustível de propulsão para recolocar a estação espacial na sua altitude correta.

O quarto desses veículos, o ATV-4 (Albert Einstein), com um peso total de 20 toneladas, havia subido da Base de Kourou, na Guiana Francesa, no dia 5 de junho, no topo de um foguete Ariane 5, que bateu, assim, o recorde de tonelagem de lançamento. No interior do ATV-4, havia 7.480 kg e 1.400 itens para uso dos astronautas da ISS.

Lá em cima, o ATV-4 acoplou-se à ISS, sob a supervisão do astronauta italiano Luca Parmitano, encarregado do descarregamento de todo o material trazido pelo cargueiro. Durante o período de cinco meses que permaneceu junto à estação espacial, o ATV-4 acionou seus propulsores quatro vezes para recolocar a ISS na sua órbita correta, pois a estrutura de 400 toneladas tende a cair lentamente em direção à Terra.
A operação de descida do ATV-4 começou no dia 28 de outubro de 2013, às 8:55 (GMT, ou seja, hora do Meridiano de Greenwich, ou 4:55 hora de Brasília), quando o cargueiro desacoplou da ISS. Uma semana depois, quando o veículo alcançou a altitude de 100 km abaixo da ISS, começaram as manobras para sua reentrada segura na atmosfera terrestre.
Ao retornar à Terra, no dia 2 de novembro, o ATV trouxe todo o lixo recolhido da ISS. Ao entrar de volta na atmosfera terrestre, todo esse lixo foi queimado e consumido pelas altas temperaturas geradas pelo atrito com o ar à velocidade de mais de 20 mil km/hora. E os restos do ATV-4, o Albert Einstein, caíram numa região inabitada do Pacífico Sul. Encerrou-se, assim, sua missão de cinco meses na Estação Espacial.

O próximo cargueiro hi-tec europeu, o ATV-5, que tem o nome de Georges Lemaître, padre belga, físico criador da teoria do Big Bang.

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