Nova batalha em Hong Kong não está nas ruas: está nos aplicativos

Por Thais Sogayar, com informação do MIT Technology Review
10/09/2019 - Os ativistas estão usando o Airdrop, transmissões ao vivo e mapas inovadores para manter seu protesto. Mas as autoridades têm muita tecnologia própria, escreve Benjamin Haas.

Em junho, quando os manifestantes comecaram a questionar os planos do governo chinês para implementar uma lei controversa de extradição, era natural que as pessoas recorressem aos serviços online para obter mais informações, usando uma variedade de aplicativos e a Internet de alta velocidade disponível em Hong Kong.

Os manifestantes começaram a entrar em conflito com a polícia em junho, à medida que novas regras de extradição para a China se aproximavam. Mais de 1.100 pessoas foram presas até agora / Crédito: An Ronh Xu

Os protestos contam com pesquisas online, compartilhamento de arte de protesto via AirDrop, mapeamento ao vivo de locais com policiais a postos, aplicativos de bate-papo criptografados como Telegram e LIHKG e um fórum semelhante ao Reddit, limitado a ISPs locais. A maioria dos protestos é transmitida ao vivo.

As autoridades chinesas respondem intensificando a vigilância, divulgando informações erradas online e prendendo milhares de manifestantes. O maior medo do governo é que a Internet divulgue os protestos de Hong Kong e espalharem para o resto do país.

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